Merim Bilalic na Universidade de Tübingen, na Alemanha usou ressonância magnética para escanear o cérebro de oito enxadristas profissionais e oito inexperientes enquanto eles identificavam formas geométricas ou se as peças em um tabuleiro de xadrez estavam ameaçadas. Os jogadores experientes são mais rápidos em resolver o problema de xadrez, ativando áreas em ambos os lados do cérebro como o fizeram.
Professores e alunos do Projeto de Xadrez Escolar participam de formação
com o GM André Diamant
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O Projeto Xadrez Escolar é uma importante iniciativa na Secretaria de
Educação e Cultura de João Pessoa (Sedec-JP) que visa oferecer o xadrez
como ativid...
Há um dia

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