Merim Bilalic na Universidade de Tübingen, na Alemanha usou ressonância magnética para escanear o cérebro de oito enxadristas profissionais e oito inexperientes enquanto eles identificavam formas geométricas ou se as peças em um tabuleiro de xadrez estavam ameaçadas. Os jogadores experientes são mais rápidos em resolver o problema de xadrez, ativando áreas em ambos os lados do cérebro como o fizeram.
V Festival de Xadrez de Campina Grande - Modalidades Blitz e Rápidas -
Regulamento
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Divulgamos o regulamento do V Festival de Xadrez de Campina Grande.
O torneio de rápidas será válido pelo campeonato paraibano e contará como
etapa do ...
Há 3 dias
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